sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Os DFE. O DFE5 (1969/71), caracterização e missões genéricas.

  • O Destacamento de Fuzileiros Especiais nº 5 (DFE5)  - 1969/1971, com um efectivo de 80 elementos, ao contrário da estrutura então habitual de secções e esquadras de 3 elementos, organizou-se (à semelhança do modelo que tinha sido adoptado pelo DFE8 em Moçambique em 1966/68) em quatro Grupos de Combate de 20 elementos cada, compostos por equipas de 5 elementos. Com 4 oficiais (os primeiros DFE só tinham 3), 6 sargentos dos quais um enfermeiro (no caso da nossa Unidade praticamente 2 enfermeiros porque um transitara da classe de enfermeiros para a de fuzileiros) e 70* praças, estava vocacionado para acções essencialmente ofensivas de limitada duração e de restrita profundidade a partir da orla ribeirinha (ou marítima) e não dispunha de muitos meios logísticos sendo totalmente apoiado pelos Comandos a que foi atribuído (Comando Naval de Moçambique, Comandos de Defesa Marítima - do Lago Niassa e de Porto Amélia -, Comando de Sector do Exército em Tete, etc...).
    Este DFE5 foi geralmente empregue em acções de assalto do meio aquático sobre objectivos terrestres, no patrulhamento de natureza ofensiva de águas costeiras** e fluviais*** e em "operações anfíbias" (lançadas sobre terra a partir de Unidades Navais), tendo ainda executado ou participado com forças terrestres dos outros ramos das Forças Armadas (Exército -diversas unidades incluindo Companhias de Comandos e unidades de recrutamento local: GE's- e Força Aérea de quem na altura dependiam as tropas paraquedistas - Companhias de Caçadores Paraquedistas pertencentes a Batalhões) em operações terrestres, designadamente na operação "Nó Górdio". 
  • Na parte final da Comissão, a atribuição a um Comando de Sector do Exército sediado em Tete, alterou significativamente o tipo de operações que passou a incidir sobre o Rio Zambeze - a montante de Tete - e as sua margens (em fase já da construção da Barragem de Cahora Bassa), consistindo especialmente em patrulhamentos fluviais em Botes Zebro III e terrestres sem alvos concretos previamente definidos.
Notas
*: Passaram efectivamente pelo DFE5 4 Oficiais, 6 Sargentos e 72 praças por ter havido duas rendições individuais
** Lago Niassa e Oceano Índico
*** Rio Zambeze

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Teste sobre fuzileiros portugueses

No blogue "Barco à Vista" dum amigo da Marinha e especialmente dos fuzileiros portugueses, o Dr. Rodrigues de Morais, foi colocado um teste sobre os nossos fuzileiros, a sua história, as suas Unidades, o material utilizado ao longo dos tempos, etc...  Chamou-lhe, ao teste, FUZOCULTURA e pode ser visto aqui. Apenas tem o pequeno inconveniente de que já alertámos o seu autor, de que ficamos sem saber as respostas correctas e se efectivamente temos bons conhecimentos sobre a matéria.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Operação "Nó Górdio"

Para que os interessados possam recordar um pouco do que foi a Operação "Nó Górdio" em que o nosso DFE5 esteve envolvido, inicialmente no assalto à Base Nampula:
Ver em 
e

domingo, 13 de agosto de 2017

Falecimento elemento do DFE5: 573759 1º Sarg FZE António Manuel Prata Pinto


Depois de grande luta com doença do foro oncológico, faleceu ontem dia 12 de Agosto de 2017 na sua terra, Sesimbra, o 573759 1º Sargento FZE António Manuel Prata Pinto. O seu funeral realizou-se hoje em Sesimbra.
Grande camarada e amigo, o Sargento Sesimbra provou ser um excelente condutor de homens, distinguindo-se também na área militar como um valoroso e corajoso combatente.
Fruto dum acidente causado por um aluno durante a instrução de tiro em botes que lhe causou a cegueira de um olho, tinha um processo em curso que por erro processual injustamente há muito se arrastava para justamente ser considerado DFA e que desejamos que esta sua morte prematura não impeça de ter o merecido desfecho.
À sua Família enviamos os nossos votos de muito pesar.

domingo, 18 de junho de 2017

Livros sobre Fuzileiros: DFE1 Moçambique 1964-1966

Livro da autoria do Comte Maxfredo da Costa Campos que Comandou o DFE1 que efectuou Comissão em Moçambique em 1964-1966:


Notas: 
1. Este livro foi comentado pelo Director da Revista de Marinha, no nº 997 de Maio/Junho na página 76, VALM Henrique Alexandre da Fonseca, 
2. Este livro foi publicado pela Editora EUEDITO e tem o preço de 12,74€ a que acrescem portes de correio de 4,38€. Os contactos da Editora são geral@euedito.com Tm 937096641, endereço Rua Rei Ramiro, 695 - 5º Esq Frt. 4400-283 Gaia (Vila Novade Gaia)

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Fotografias de Metangula (2)



Foto do José Dias do nosso DFE5

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Homenagem Nacional aos Combatentes 10JUN2017

Comissão Executiva para a Homenagem Nacional aos Combatentes 2017 convida todos os Portugueses para o seu XXIV Encontro Nacional, a decorrer no próximo dia 10 de Junho, em Belém, Lisboa, junto ao Monumento aos Combatentes do Ultramar, a partir das 10h30.Do programa faz parte Cerimónia que tem por objectivos celebrar Portugal e homenagear os que tombaram ao seu Serviço!