domingo, 28 de janeiro de 2018

Este livro, Batalhas de Portugal - Guerra de África Moçambique 1964-1974, de 144 páginas, faz parte duma colecção coordenada pela Prof.ª Doutora Manuela Mendonça, Presidente da Academia Portuguesa de História, sendo o texto principal da autoria do Major Francisco Garcia. 


Tem especial interesse porque foca a história desde o início dos movimentos que conduziram à independência de Moçambique, cobrindo o período da nossa Comissão e a evolução da Guerra, passando pela Operação "Nó Górdio" em que participámos e pelo arranque da construção do complexo hidro-eléctrico de Cahora Bassa.

Este livro contém contudo pelo menos uma incorrecção grave, nomeadamente quando ali se afirma na pág. 107: "O Governo de Transição tinha tomado posse a 21 de Setembro e o Alto-Comissário, Victor Crespo, chegara nove dias antes. É o único oficial da Marinha que participou na Revolução dos Cravos, integrando a comissão coordenadora do MFA." Esqueceram-se os autores certamente de  pelo menos dois outros oficiais da Marinha, do Alm. José Pinheiro de Azevedo e do Alm. António Alva Rosa Coutinho, ambos participantes e membros da Junta de Salvação Nacional.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Reencontros do DFE5: XVI Encontro em 25MAR2018 (0)

Vai ser em breve anunciado pelo organizador-chefe do Encontro do DFE5 deste ano de 2018, o 180/65 Arnaldo Lopes Geraldo, o XVI Encontro que este ano está previsto ter início na Escola de Fuzileiros, seguindo-se depois para as proximidades onde no Restaurante  "Manjar das Laranjeiras" decorrerá o almoço. A data, será o Sábado dia 24 de Março.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Da história dos Fuzileiros e da sua Escola em Vale do Zebro

Por ocasião dos 50 anos dos Fuzileiros recriados no século XX, um filme que está disponível no YouTube com testemunhos de alguns fuzileiros que já não estão entre nós e que pode ser visto aqui.

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

A evolução da boina dos Fuzileiros

Um artigo muito interessante do Blogue "Barco à vista" sobre a história da boina dos fuzileiros portugueses pode ser visto aqui.
A boina que usámos no nosso DFE5 e que era conferida aos oficiais, sargentos e praças que logravam aproveitamento no Curso de Fuzileiros Especiais (FZE) foi posteriormente substituída pela actualmente em uso.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Natal 2017 e Ano Novo 2018

Para todos os elementos do nosso DFE5 e para as suas Famílias, bem como para os nossos Amigos e os que visitam o nosso Blogue.

Bom Natal e Feliz Ano Novo
Frohe Weihnachten und ein glückliches neues Jahr
Merry Christmas and a Happy New Year
Joyeux Noël et Bonne Année
Prettige Kerstdagen en Gelukkig Nieuwjaar
Wang boen Krisnetie nanga wang boen Njoeg Jari
Buon Natale e Felice Anno Nuovo
Sretna Bozic i sretna Nova Godina
Veselé Vianoce a št'astný Nový rok
Felices Navidades y Próspero Año Nuevo
God Jul och Gott Nytt År
Onnellista Uutta Vuotta
An Nou Felicit
Wesołych Świąt Bożego Narodzenia
Oraz Szczęśliwego Nowego Roku
Veselo Nou Felicit
Boldog új Esztendöt

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Os DFE. O DFE5 (1969/71), caracterização e missões genéricas.

  • O Destacamento de Fuzileiros Especiais nº 5 (DFE5)  - 1969/1971, com um efectivo de 80 elementos, ao contrário da estrutura então habitual de secções e esquadras de 3 elementos, organizou-se (à semelhança do modelo que tinha sido adoptado pelo DFE8 em Moçambique em 1966/68) em quatro Grupos de Combate de 20 elementos cada, compostos por equipas de 5 elementos. Com 4 oficiais (os primeiros DFE só tinham 3), 6 sargentos dos quais um enfermeiro (no caso da nossa Unidade praticamente 2 enfermeiros porque um transitara da classe de enfermeiros para a de fuzileiros) e 70* praças, estava vocacionado para acções essencialmente ofensivas de limitada duração e de restrita profundidade a partir da orla ribeirinha (ou marítima) e não dispunha de muitos meios logísticos sendo totalmente apoiado pelos Comandos a que foi atribuído (Comando Naval de Moçambique, Comandos de Defesa Marítima - do Lago Niassa e de Porto Amélia -, Comando de Sector do Exército em Tete, etc...).
    Este DFE5 foi geralmente empregue em acções de assalto do meio aquático sobre objectivos terrestres, no patrulhamento de natureza ofensiva de águas costeiras** e fluviais*** e em "operações anfíbias" (lançadas sobre terra a partir de Unidades Navais), tendo ainda executado ou participado com forças terrestres dos outros ramos das Forças Armadas (Exército -diversas unidades incluindo Companhias de Comandos e unidades de recrutamento local: GE's- e Força Aérea de quem na altura dependiam as tropas paraquedistas - Companhias de Caçadores Paraquedistas pertencentes a Batalhões) em operações terrestres, designadamente na operação "Nó Górdio". 
  • Na parte final da Comissão, a atribuição a um Comando de Sector do Exército sediado em Tete, alterou significativamente o tipo de operações que passou a incidir sobre o Rio Zambeze - a montante de Tete - e as sua margens (em fase já da construção da Barragem de Cahora Bassa), consistindo especialmente em patrulhamentos fluviais em Botes Zebro III e terrestres sem alvos concretos previamente definidos.
Notas
*: Passaram efectivamente pelo DFE5 4 Oficiais, 6 Sargentos e 72 praças por ter havido duas rendições individuais
** Lago Niassa e Oceano Índico
*** Rio Zambeze

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Teste sobre fuzileiros portugueses

No blogue "Barco à Vista" dum amigo da Marinha e especialmente dos fuzileiros portugueses, o Dr. Rodrigues de Morais, foi colocado um teste sobre os nossos fuzileiros, a sua história, as suas Unidades, o material utilizado ao longo dos tempos, etc...  Chamou-lhe, ao teste, FUZOCULTURA e pode ser visto aqui. Apenas tem o pequeno inconveniente de que já alertámos o seu autor, de que ficamos sem saber as respostas correctas e se efectivamente temos bons conhecimentos sobre a matéria.