Duma série televisiva da RTP de Rui Pinto de Almeida (c/ Alexandrina Pereira), transmitida pela primeira vez no Natal de 2006, sobre a Guerra de Aljubarrota, a Batalha de La Lys e a Operação Nó Górdio, estão disponíveis na Internet gravações, em blocos, do programa sobre esta operação em que o DFE5 participou. A parte 3, em que é descrita a operação, está disponível em:
sábado, 8 de março de 2008
quinta-feira, 6 de março de 2008
Apoios da Força Aérea (2)
Depois de dissolvido o "Agrupamento C", constituído na Operação "Nó Górdio" para o assalto a uma das Bases da FRELIMO, a "Base Nampula" , o DFE5, com outras forças, ocupou durante algum tempo uma posição que passou a chamar-se Muera. Nesse período, o abastecimento para a alimentação e correio foi várias vezes efectuado do ar por aviões da FAP DO27 como se pode ver na fotografia.
Nota: Um episódio curioso desse abastecimento de alimentos diferenciado para as várias unidades ali sediadas, foi a descarga de frangos, que por virem congelados, em contacto com o solo saltavam como se de bolas de futebol se tratasse.
Foto G.Barata Div023
Nota: Um episódio curioso desse abastecimento de alimentos diferenciado para as várias unidades ali sediadas, foi a descarga de frangos, que por virem congelados, em contacto com o solo saltavam como se de bolas de futebol se tratasse.Foto G.Barata Div023
terça-feira, 4 de março de 2008
Artigos de opinião (1): Do Comandante-Chefe em Moçambique
http://www.cidadevirtual.pt/k-arriaga/sucesso.html
Nota: Embora possamos ter opiniões diferentes em muitos aspectos e em especial sobre a operação “Nó Górdio”, julgamos de interesse a sua leitura, no fundo sobre o pensamento do responsável das operações militares em Moçambique no período da nossa comissão.
segunda-feira, 3 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
Operação "Nó Górdio" (4). Muera
Depois do assalto à "Base Nampula" na operação "Nó Górdio", o DFE5 e outras unidades* militares, muitas do Agrupamento "C", fixaram-se num local próximo a que foi dada a designação Muera. A fotografia mostra essa nova "povoação" (donde partiam diariamente forças para operações na área), com o mastro da bandeira nacional bem visível.

Nota*: Entre essas unidades encontrava-se uma Companhia de Comandos comandada pelo então Capitão de Cavalaria (hoje Coronel) Carlos Manuel Serpa de Matos Gomes, que sob o pseudónimo Carlos Vale Ferraz escreveu entre outros livros o "Nó Cego"(Livraria Bertrand - Colecção Autores da Língua Portuguesa), no qual podemos rever o ambiente vivido na Nó Górdio, designadamente em Mueda.

Nota*: Entre essas unidades encontrava-se uma Companhia de Comandos comandada pelo então Capitão de Cavalaria (hoje Coronel) Carlos Manuel Serpa de Matos Gomes, que sob o pseudónimo Carlos Vale Ferraz escreveu entre outros livros o "Nó Cego"(Livraria Bertrand - Colecção Autores da Língua Portuguesa), no qual podemos rever o ambiente vivido na Nó Górdio, designadamente em Mueda.
Foto G.Barata Div027
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Operações em Cabo Delgado (1)
As primeiras operações em Cabo Delgado foram essencialmente operações terrestres, na maioria sem a participação doutras forças, mas sob planeamento e comando de comandos territoriais do Exército. A partir de dada altura houve orientação para os dois DFE então sediados em Porto Amélia (DFE5 e DFE6) passarem a fazer operações de cariz mais consentâneo com a natureza e preparação dessas unidades, de âmbito anfíbio - transporte e desembarque em praia a partir de Unidade Naval, em botes de borracha, seguindo-se a progressão a pé e em silêncio em terra até ao objectivo, fazendo-se depois o percurso inverso por diferente caminho até ao local combinado para reembarque.

Alguns dos locais de desembarque estavam identificados, mas a quantidade de vegetação (mangal) e a escuridão da noite dificultava muitas vezes a progressão para o interior de terra. Numa ocasião, o DFE5 chegou a pernoitar até aos primeiros alvores em zona com cerca de um metro de água, sobre a incomodidade dos ramos, maior ou menor conforme o formato destes.
A fotografia mostra um destes locais, aguardando-se o reembarque, que numa das operações acabou por não ocorrer por más condições de mar, o que obrigou o DFE5 a seguir a pé, para Norte, até Mocimboa da Praia, cerca de 60 Km.

Alguns dos locais de desembarque estavam identificados, mas a quantidade de vegetação (mangal) e a escuridão da noite dificultava muitas vezes a progressão para o interior de terra. Numa ocasião, o DFE5 chegou a pernoitar até aos primeiros alvores em zona com cerca de um metro de água, sobre a incomodidade dos ramos, maior ou menor conforme o formato destes.
A fotografia mostra um destes locais, aguardando-se o reembarque, que numa das operações acabou por não ocorrer por más condições de mar, o que obrigou o DFE5 a seguir a pé, para Norte, até Mocimboa da Praia, cerca de 60 Km.
Da esquerda para a direita: 1º Grt FZE Barata, ??, ?? , 1º Grt FZE Zé Carlos, Mar C Palma e 1º Sarg FZE Guilhermino.
(Por termos dúvidas não nomeamos os dois elementos em falta, pedindo a colaboração de quem souber)
(Por termos dúvidas não nomeamos os dois elementos em falta, pedindo a colaboração de quem souber)
Foto G.Barata Div003
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Ocupação de Tempos Livres. Futebol de 11 (4)
A preparação física dos elementos que constituíam os DFE era em geral muito boa, não constituindo o DFE5 excepção. Se bem que nem todos tivessem o mesmo jeito para o futebol, dava para constituir mais do que uma equipa mesmo de futebol de onze. Neste caso uma das "reservas" num jogo em Tete contra uma equipa de militares africanos.
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