terça-feira, 28 de janeiro de 2020

Reencontros do DFE5: XVIII Encontro de 28MAR2020 (0)

Como oportunamente será revelado e divulgado pelo organizador dos Encontros do nosso DFE5, o Arnaldo Lopes Geraldo, o próximo Encontro, o 18º/ XVIII, terá lugar no Barreiro no Restaurante da Associação dos Fuzileiros, em almoço no dia 28 de Março de 2020 (Sábado).

Nota importante: Face ao problema que se enfrenta do Corona Vírus  - COVID19, foi decidido adiar para data a anunciar oportunamente este Encontro do nosso DFE5.

domingo, 29 de dezembro de 2019

Operações doutros DFE em Moçambique: DFE8 1966/68

Um extrato dum dos livros do Comte Raúl Patrício Leitão, "O Quarto da Alva", que como 2º Tenente foi o 3º Oficial do DFE8 em Moçambique 1966/1968:
Ver o texto aqui.

Nota: Este DFE antecedeu-nos em Moçambique e regressou ao Continente quando nos encontrávamos na preparação da nossa Unidade para Comissão. O Comandante do nosso DFE5 beneficiou de muita correspondência do Comte deste DFE8 (Comte Pereira Bastos então 1º TEN) sobre a sua experiência naquela que era então Provincia Ultramarina portuguesa.

terça-feira, 10 de dezembro de 2019

O DFE5 na Operação "Nó Górdio" (2)

Uma outra recolha disponível na Internet sobre a Operação "Nó Górdio" que pode ser vista aqui , incluindo um pequeno troço duma entrevista dada pelo Oficial Imediato do DFE5 muitos anos mais tarde à RTP.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

A Operação Nó Górdio num artigo da "RTP ensina"

No que num Site da RTP é dito sobre a Operação Nó Górdio em que o nosso DFE5 participou:


A Operação Nó Górdio, executada em 1970, envolveu cerca de oito mil tropas portuguesas que, durante alguns meses, realizaram acções tendo em vista eliminar bases e linhas de abastecimento dos guerrilheiros da FRELIMO em Moçambique.
A Operação Nó Górdio prolongou-se por sete meses causando cerca de 130 mortos e oitenta feridos entre as forças portuguesas e mais de 600 baixas entre as forças da FRELIMO. Os militares portugueses capturaram ainda 1800 guerrilheiros durante as operações.
O objectivo desta acção militar foi eliminar várias bases da FRELIMO instaladas na zona do Planalto dos Macondes, perto da fronteira com a Tanzânia, e, simultaneamente, cortar as rotas de abastecimento para desarticular e eliminar aquela força rebelde.
Comandadas pelo general Kaúlza de Arriaga, as tropas portuguesas integravam várias unidades de forças especiais  – Comandos, Paraquedistas e Fuzileiros – artilharia de campanha e reconhecimento.
Os planificadores portugueses consideraram a operação um sucesso após a captura de muitos inimigos e material bélico. Isso não impediu, no entanto, a FRELIMO de continuar a sua acção militar e realizar operações noutros pontos do país, razão porque outros especialistas consideram que a operação ficou longe de cumprir os objectivos iniciais.

O DFE5 na Operação "Nó Górdio" (1)

Na Internet encontrámos imagens da Operação "Nó Górdio" algumas das quais retiradas deste nosso blogue, que podem ser vistas em https://images.app.goo.gl/jEZ26EGinoeCcr36A

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Os aviões da Marinha no Lago Niassa

A distância entre Vila Cabral e a Base Naval de Metangula (na margem do Lago Niassa) e a necessidade permanente de manter comunicações regulares, garantindo a logística necessária que incluía alguns movimentos de militares isolados e evacuações, foi condição justificativa para que o Comando Naval de Moçambique adquirisse estas duas aeronaves. Os movimentos por terra tinham-se tornado muito complicados por minagem do itinerário que dava acesso a Augusto Cardoso / Metangula que já não era utilizado no início da nossa Comissão em Fevereiro de 1969. De Vila Cabral a Metangula tinha que se fazer por estrada até Meponda (na margem do Lago Niassa ao Sul de Metangula) e daqui para Norte até Metangula por lancha (LFP ou LD LDM ou LDP).
Passou assim o Comando da Defesa Marítima dos Portos do Lago Niassa a dispor no aeródromo em Metangula de condições para utilização corrente, mantendo-os operacionais, um Cessna 182E “CR-AJT - Gaivota” e um Dornier DO-27 “CR-AJV – Albatroz”, registados como aviões civis para poderem operar livremente.
O primeiro piloto destes aviões foi um oficial dos Quadros Permanentes na Reserva, o 1º TEN Manuel da Silva Rodrigues, que tendo pertencido à Aviação Naval e tendo sido piloto dos TAIP – Transportes Aéreos da India Portuguesa, desempenhou o lugar de Chefe do Estado-Maior do Comando de Defesa Marítima dos Portos do Lago Niassa entre 13 de Novembro de 1967 e 31 de Janeiro de 1969, antes da chegada do nosso DFE5 a Augusto Cardoso - Metangula.
Houve muitas evacuações feitas a pessoal da Marinha e do Exército que só foram possíveis por ele lá estar e por conseguir aterrar onde mais ninguém o fazia.
Igualmente notável foi a sua actividade na organização inicial do aeródromo, bem como no complemento de formação dos pilotos que chegavam com muito pouca experiência.
Os instruendos, mais tarde pilotos, eram oficiais da Reserva Naval que iam tirar o «brevet» à cidade da Beira, onde a FAP lhes proporcionava instrução e treino.
De Agosto de 1968 a Setembro de 1970 (relembro que o nosso DFE5 se manteve no Niassa em 1969 primeiro em Metangula e depois no Cobué), pelo menos dois daqueles oficiais estiveram nessas condições, o 2º TEN António Martins Lobo Varela e o SUBTEN Antero José Marques Ferreira dos Santos.
A existência dos aviões facilitava muito a vida da base, nomeadamente o transporte do correio (neles se incluindo centenas ou milhares de aerogramas).
Foram ainda pilotos daqueles dois aviões, após Agosto de 1970, o TEN Francisco Luis Tavares de Sousa Gomes, o TEN Napoleão de Oliveira Duarte, o TEN Antero José Marques Ferreira dos Santos, o TEN Manuel Marques Pinto (este do quadro e oriundo da Escola Naval da classe de Marinha, também mergulhador-sapador) e o TEN Eduardo Bello Van Zeller, que acompanhou à África do Sul, aquando da aquisição do Cessna, o Comandante Manuel da Silva Rodrigues atrás referido.
Ficou implantada uma eficaz estrutura de formação de pilotos que permitiu manter operacionais aeronaves com as mais variadas missões e ao longo de um período significativo de anos, crendo-se que terá sido mantida até finais de 1973 ou princípios de 1974.


Parte destas informaçãoes colhidas no Facebook em "Voando em Moçambique" e no Site da Reserva Naval da autoria do ex-Oficial RN do Curso de 1958 Manuel Lema Santos, bem como de JPVB.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

O Encontro do DFE5 em 2019 na Revista da Associação de Fuzileiros

A pedido da Associação de Fuzileiros, fizemos um pequeno artigo sobre o Encontro do nosso DFE5 neste ano de 2019 que foi publicado na Revista Desembarque de Junho deste ano de 2019:



Nota: Fotos enviadas pelo 1º TEN OTS Guilhermino (1º Sarg FZE do nosso DFE5)