terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Reencontros do DFE5: X Encontro, 2012

Tivemos hoje conhecimento, através da Comissão Organizadora do Encontro deste ano, o X Encontro, que o mesmo se vai realizar no Sábado dia 31 de Março de 2012. Será num local já utilizado noutros anos, o Restaurante Acordeon, estando definido que a concentração terá lugar no próprio restaurante, às 12H30.
Brevemente aquela Comissão irá expedir as cartas de convocatória para as inscrições, com mais informações e a ementa.

Como é sabido, a Comissão Organizadora actual é constituída pelos seguintes elementos: Arnaldo Lopes Geraldo (180/65), António Diogo Carneirinho (1429/67) e Fernando Valente Maia (1184/67).

Nota: A Comissão organizadora já enviou as cartas de convocação para este almoço. Mas como por lapso não mencionaram nas mesmas que se trata do Encontro do DFE5 pedem desse facto desculpa, na convicção de que a identificação dos nomes da Comissão que nelas consta não suscitará qualquer dúvida.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Falecimento elemento DFE5: António Garra Palito

Tivemos hoje a notícia do falecimento de mais um elemento do nosso DFE5, o 434/67 Mar FZE António Garra Palito na passada 6ª Feira dia 03 de Fevereiro de 2012. 
Morreu numa casa de saúde em Palhais onde se encontrava internado há algum tempo, tendo-se o seu funeral realizado ontem dia 04. 
À sua família apresentamos as nossas sentidas condolências.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Falecimento elemento do DFE5: Arnaldo Laranjo Ferreira

Na sequência de doença prolongada e vários internamentos, faleceu na tarde de ontem dia 23 de Novembro de 2011, no Hospital da Marinha, o ex-1º Sargento FZE Arnaldo Laranjo Ferreira do nosso DFE5, actualmente 1º Tenente SEF. Era oriundo de enfermeiro (H) na Marinha, cuja experiência técnica nessa área, para além da militar, foi muito útil  na nossa comissão.
O corpo será transferido na tarde de hoje dia 24 às 15H15 para a Igreja de N. Srª de Fátima, no Laranjeiro (na EN10). O seu funeral está previsto para esta 6ª Feira dia 25 de Novembro às 13H30, seguindo às 14H00 após encomendação por um capelão da Armada, para o cemitério de Vale Flores no Feijó.
À sua mulher e filhos e restante família apresentamos o nosso pesar e sentidas condolências.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Na zona de Tete em 1970

Estrada entre o Chimoio e Tete, com um jeep Land-Rover da Marinha atribuído ao DFE5 estacionado na berma*.
À esquerda estão as montanhas que fazem fronteira com a então Rodésia (actual Zimbabwe).


Nota*: Do lado esquerda da estrada em conformidade com as normas para condução em Moçambique, ao contrário de todos os outros territórios portugueses em que a condução se fazia e faz pela direita.


Na zona de Vila Gouveia (actual Catandica)?

Foto de Antides Santo

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Uma estrada em Moçambique 1970

Um aspecto da estrada de Tete para Chimoio nos finais de 1970.


Num dia com o céu menos nublado, azul, o contraste das cores seria mais evidente.

Diapositivo (África tricolor) de Antides Santo

domingo, 13 de novembro de 2011

Mueda 1970

Uma vista de Mueda na fase inicial da nossa presença para participação na Operação "Nó Górdio", no ano de 1970:


Na fase anterior à partida do DFE5 para o assalto à Base que nos foi destinada, elementos da nossa Unidade entraram numa escala de patrulhamento ao perímetro da povoação de Mueda, em viaturas Unimog, que sendo feito especialmente de noite não deu para conhecer bem esta zona e reconhecer todos os edifícios visíveis na foto.


Diapositivo de Antides Santo

sábado, 1 de outubro de 2011

Mochila improvisada

A mochila que fazia parte do nosso equipamento individual era pouco flexível e incómoda e a essa conclusão chegámos nos finais de 1969, início de 1970, já depois de toda a experiência colhida nas operações na zona do Lago Niassa. Quando molhada pela chuva ainda se tornava mais rígida e pesada.
Assim, no princípio de 1970, estando o DFE5 já em Porto Amélia, praticamente na mesma altura em que se adquiriram no mercado cantis de 2 litros (reconhecida a insuficiência dos que faziam parte do equipamento de apenas um litro) decidiu-se mandar fazer num alfaiate* local umas mochilas mais leves e práticas para todos os elementos da Unidade que o desejassem. Havendo capuzes camuflados que nunca se utilizavam numa das peças do vestuário de campanha (o casacão camuflado), foi a partir daqueles que se mandaram fazer as referidas mochilas, no modelo que a fotografia mostra:



Nota* : Os teca-teca, designação dada por analogia com o som produzido pelas máquinas de costura.