terça-feira, 8 de junho de 2010

Actuação nas operações: Emboscadas

Na actuação do DFE5 foram raras as ocasiões em que os seus Grupos de Assalto não realizaram emboscadas durante as operações. Muito frequentemente na zona do Lago Niassa, quase em todas na área de Cabo Delgado, mais esporadicamente na área de Tete. Na operação "Nó Górdio" em praticamente todas as saídas da Base Muera foram montadas emboscadas expeditas, de que resultaram quase sempre capturas de elementos.
Na área do Niassa, em 1969, improvisou-se um sistema de montagem de emboscadas, expedito, sempre que se suspeitava de haver elementos adversários em perseguição ou seguimento das nossas forças: consistia na inversão da coluna, fixando-se no solo os elementos da frente daquela, virados para o lado oposto ao do sentido da marcha, prosseguindo os restantes como até aí mas estacionando imediatamente logo que ultrapassados os militares já deitados no solo e em posição. Invertia-se assim a coluna sem qualquer paragem, dando a ideia aos eventuais perseguidores que a nossa força nunca interrompera a marcha, já que no trilho usado não ficara qualquer outra pista ou marca.

Emboscada: uma operação realizada de surpresa sobre elementos adversos em movimento, para os aniquilar ou impedir de atingir determinados pontos, bem como fazer prisioneiros, colher informações, apreender armas e documentos, causar danos e criar instabilidade.

domingo, 6 de junho de 2010

Fotos individuais antigas: 1567/67 Sebastião Santos Vargens


Do 1567/67 Mar FZE Sebastião Santos Vargens.
(Já falecido)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Em Mueda em 1970

Nas proximidades do local onde o DFE5 teve o seu acampamento em Tete, antes do arranque para a Operação "Nó Górdio", situava-se o "bar do china" , também cantina, muito frequentado pelos militares ali presentes, constituindo uma das poucas distracções existentes.



Diapositivo de Antides Santo

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quarta-feira, 12 de maio de 2010

Na zona de Tete. O Rio Zambeze

Ainda antes da inauguração da ponte em Tete, sobre o Rio Zambeze, uma vista sobre a cidade. Destaca-se o movimento no rio e a forma como as viaturas o podiam atravessar em cima duma jangada*.


Diapositivo (Tete - homem, canoa, monte) de Antides Santo

Nota*: Duma destas jangadas, aconteceu em 1970, ao final do dia, que um "jeep" pertencente à Força Aérea Portuguesa, que fora buscar o correio a Tete, caiu ao Rio Zambeze. A jangada encontrava-se atracada em Tete e o "jeep", depois de recolhido o correio, entrou por um lado e, não travando devidamente, saiu pelo outro lado da jangada caindo ao rio. Como o aquartelamento do DFE5 era relativamente próximo, foram-nos pedir ajuda. Estava presente o Oficial Imediato que com mais outro elemento (salvo erro o Caparica) anuíram ao pedido. Mesmo sem material de mergulho ou barbatanas e apenas em calção de banho, só em apneia, já escuro e com a corrente forte do rio, conseguiu-se localizar a viatura no fundo, com uma vara comprida que também ajudou a descida do Imediato. Depois de várias peripécias e só pelo tacto foi àquele possível passar um cabo guia que logo a seguir permitiu a passagem e a fixação dum cabo de aço numa peça na traseira do "jeep" e que esse logo de seguida fosse rebocado de terra por um tractor. Tenho uma vaga ideia de logo após a localização da viatura ainda foi possível a recolha dum dos sacos do correio no interior da mesma, mas, disto tenho a certeza, os elementos envolvidos não receberam qualquer mensagem dos proprietários do "jeep" em causa.

domingo, 9 de maio de 2010

Na Internet: Blogue "BARCO À VISTA"

Na Internet tomámos conhecimento do blogue "Barco à vista" com informações sobre a Marinha portuguesa, no qual podemos ver informações sobre os Fuzileiros, nomeadamente sobre a boina que todos os elementos do nosso DFE5 usámos (e a que continuamos a ter o direito de usar) e nos foi atribuida quando concluímos o Curso de Fuzileiros Especiais.
Pode ser visto em http://barcoavista.blogspot.com/

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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Na zona de Tete

Nesta imagem, na estrada, de asfalto recente (fins de 1970/1971), de Tete ao Chimoio, pode ver-se, ao fundo, um daqueles morros nus tão típicos da paisagem moçambicana. Na viagem de combóio no início da comissão, de Nacala ao Niassa, vimos muitos.


Diapositivo de Antides Santo

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domingo, 2 de maio de 2010

Porto Amélia: o porto

Em Porto Amélia, era assim em 1969 e 1970 a área do porto, onde se vê atracada uma das fragatas portuguesas que transportaram várias vezes o DFE5 para as áreas de operações.

Diapositivo de Antides Santo

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