segunda-feira, 3 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
Operação "Nó Górdio" (4). Muera
Depois do assalto à "Base Nampula" na operação "Nó Górdio", o DFE5 e outras unidades* militares, muitas do Agrupamento "C", fixaram-se num local próximo a que foi dada a designação Muera. A fotografia mostra essa nova "povoação" (donde partiam diariamente forças para operações na área), com o mastro da bandeira nacional bem visível.

Nota*: Entre essas unidades encontrava-se uma Companhia de Comandos comandada pelo então Capitão de Cavalaria (hoje Coronel) Carlos Manuel Serpa de Matos Gomes, que sob o pseudónimo Carlos Vale Ferraz escreveu entre outros livros o "Nó Cego"(Livraria Bertrand - Colecção Autores da Língua Portuguesa), no qual podemos rever o ambiente vivido na Nó Górdio, designadamente em Mueda.

Nota*: Entre essas unidades encontrava-se uma Companhia de Comandos comandada pelo então Capitão de Cavalaria (hoje Coronel) Carlos Manuel Serpa de Matos Gomes, que sob o pseudónimo Carlos Vale Ferraz escreveu entre outros livros o "Nó Cego"(Livraria Bertrand - Colecção Autores da Língua Portuguesa), no qual podemos rever o ambiente vivido na Nó Górdio, designadamente em Mueda.
Foto G.Barata Div027
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Operações em Cabo Delgado (1)
As primeiras operações em Cabo Delgado foram essencialmente operações terrestres, na maioria sem a participação doutras forças, mas sob planeamento e comando de comandos territoriais do Exército. A partir de dada altura houve orientação para os dois DFE então sediados em Porto Amélia (DFE5 e DFE6) passarem a fazer operações de cariz mais consentâneo com a natureza e preparação dessas unidades, de âmbito anfíbio - transporte e desembarque em praia a partir de Unidade Naval, em botes de borracha, seguindo-se a progressão a pé e em silêncio em terra até ao objectivo, fazendo-se depois o percurso inverso por diferente caminho até ao local combinado para reembarque.

Alguns dos locais de desembarque estavam identificados, mas a quantidade de vegetação (mangal) e a escuridão da noite dificultava muitas vezes a progressão para o interior de terra. Numa ocasião, o DFE5 chegou a pernoitar até aos primeiros alvores em zona com cerca de um metro de água, sobre a incomodidade dos ramos, maior ou menor conforme o formato destes.
A fotografia mostra um destes locais, aguardando-se o reembarque, que numa das operações acabou por não ocorrer por más condições de mar, o que obrigou o DFE5 a seguir a pé, para Norte, até Mocimboa da Praia, cerca de 60 Km.

Alguns dos locais de desembarque estavam identificados, mas a quantidade de vegetação (mangal) e a escuridão da noite dificultava muitas vezes a progressão para o interior de terra. Numa ocasião, o DFE5 chegou a pernoitar até aos primeiros alvores em zona com cerca de um metro de água, sobre a incomodidade dos ramos, maior ou menor conforme o formato destes.
A fotografia mostra um destes locais, aguardando-se o reembarque, que numa das operações acabou por não ocorrer por más condições de mar, o que obrigou o DFE5 a seguir a pé, para Norte, até Mocimboa da Praia, cerca de 60 Km.
Da esquerda para a direita: 1º Grt FZE Barata, ??, ?? , 1º Grt FZE Zé Carlos, Mar C Palma e 1º Sarg FZE Guilhermino.
(Por termos dúvidas não nomeamos os dois elementos em falta, pedindo a colaboração de quem souber)
(Por termos dúvidas não nomeamos os dois elementos em falta, pedindo a colaboração de quem souber)
Foto G.Barata Div003
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Ocupação de Tempos Livres. Futebol de 11 (4)
A preparação física dos elementos que constituíam os DFE era em geral muito boa, não constituindo o DFE5 excepção. Se bem que nem todos tivessem o mesmo jeito para o futebol, dava para constituir mais do que uma equipa mesmo de futebol de onze. Neste caso uma das "reservas" num jogo em Tete contra uma equipa de militares africanos.
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Aquartelamento no Cobué (10)
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Apoios da Força Aérea (1)
Os helicópteros Alouette III da Força Aérea Portuguesa constituíram em diversas ocasiões um importante apoio ao DFE5.
Algumas vezes em evacuações de elementos IN feridos pelo DFE5, em operações no Distrito de Cabo Delgado e na Operação "Nó Górdio", outras no transporte de elementos do Destacamento para exploração duma oportunidade surgida como aconteceu por duas vezes na mesma operação ao nível de grupos de combate e que a fotografia documenta. Por sua vez a presença do héli-canhão, com uma metralhadora montada na parte lateral, era especialmente reconfortante para as forças que actuavam no terreno sob sua protecção, como o pudemos constactar e experimentar na mesma operação.
Foto G.Barata Div022
Algumas vezes em evacuações de elementos IN feridos pelo DFE5, em operações no Distrito de Cabo Delgado e na Operação "Nó Górdio", outras no transporte de elementos do Destacamento para exploração duma oportunidade surgida como aconteceu por duas vezes na mesma operação ao nível de grupos de combate e que a fotografia documenta. Por sua vez a presença do héli-canhão, com uma metralhadora montada na parte lateral, era especialmente reconfortante para as forças que actuavam no terreno sob sua protecção, como o pudemos constactar e experimentar na mesma operação.Foto G.Barata Div022
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Lago Niassa. Esquadrilha de Lanchas
Já anteriormente exaltámos a importância das LFP e LDM no Lago Niassa, em especial por todo o apoio que davam aos DFE, nomeadamente ao nosso DFE5. Na fotografia uma vista parcial do cais das lanchas em Metangula /Augusto Cardoso.
Foto Div088 de G.Barata
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