domingo, 9 de dezembro de 2007
Em Metangula (2)
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Em Metangula (1)

No aquartelamento em Metangula, o Comandante e Imediato do DFE5, em uniforme branco com calções, com o então capelão do CDMPLN Padre Delmar Barreiros* (o 3º a contar da esquerda) e o Subten FZ RN Bettencourt Dias (o 1º á esquerda), oficial da Companhia nº. 4 de Fuzileiros (CF4) - Comandante do 4º pelotão - e grande apoio do capelão na construção da capela daquele Comando da Defesa Marítima, inaugurada em 1969.
Nota* Actual Prior da Igreja de Santo Estêvão, Alfama, em Lisboa.
Foto Metangula020
sábado, 1 de dezembro de 2007
Cobué. Ataque de 15 de Julho de 1969
Em resultado do ataque da FRELIMO às nossas instalações no Cobué na madrugada de 15 de Julho de 1969, a parede desta fachada que era usada como entrada principal e de acesso à Messe de Oficiais ficou marcada por estilhaços como a fotografia mostra e os vidros das janelas quase todos partidos.Nestes canteiros junto à parede, plantaram-se pouco tempo depois meia dúzia de papaieiras* a cujo crescimento inicial ainda se assistiu.
Nota* Em fotografias tiradas por um DFE que posteriormente esteve no Cobué, já se pode ver que a quase totalidade destas árvores sobreviveram, tendo atingido razoáveis dimensões.
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Operação “Nó Górdio” (3). Em Mueda
Vêem-se do DFE5, com boina ou em cabelo, da frente para o fundo da fila: 1495/67 Amândio Lopes, 855/67 Horácio Almeida Gomes (Aranhiço), 1366/67 José Cravinho Madeira, 1408/67 Fernando Barros, 1334/67 Manuel Bernardino da Silva Mendes (Tartum), 1055/67 Manuel Marques Bernardo (Peter), 180/65 Arnaldo Lopes Geraldo.
Foto Mueda009
terça-feira, 27 de novembro de 2007
Ocupação de Tempos Livres. Futebol de 5 (1)

Na fotografia, tirada num dos torneios (em Tete), da esquerda para a direita: 1572/67 José Maria Pimenta (Barcelos), 1383/67 Américo Lopes (Chaves), 8933 Cabo Jorge Sousa, 1532/67 Sá e Silva (Barcelos), 1408/67 Fernando Barros, 1405/67 Feliz Leal da Silva(Peniche), 422/65 Viegas (Sabóia), todos jogadores e equipados, e 1º Sargento Carvalho Diogo.
Foto Silva53
domingo, 25 de novembro de 2007
Início da Comissão. Vila Cabral a Meponda (4)

Da esquerda para a direita: primeira fila - 668/67 Ilídio Garcia e 422/65 António José Gonçalves Viegas (Sabóia); segunda fila – 1393/67 Francisco Manuel Saúde Miranda, 931/67 Luciano Martins Carvalho, 691/67 Joaquim Gonçalves, 1133/67 João Pires Ribeiro Carrilho, 434/67 António Garra Palito e 491/67 António Matos Ribeiro (Electricista).
Colaboração 1133/67 João Carrilho
Foto Vc_Meponda006
sábado, 24 de novembro de 2007
Recordando (1)
Era um lago maravilhoso, de água doce, longo como a Lusitânia. Do outro lado, a poente, viam-se os montes do país a que os ingleses chamaram Nyasaland e passou a chamar-se Malawi depois da independência; o país à beira do lago onde as estrelas dançam de noite, como os pirilampos na noite da savana...
Ali, fazendo frente à imponente catedral anglicana da minúscula ilha de Likoma, uma grande mas singela missão católica, construída por moçambicanos sob orientação dos missionários da Consolata, transformada em quartel militar pela guerra.
Quem sabe que àquela ilha está ligado Livingstone, o lutador pelo fim da escravatura, mas que precisou da ajuda de quem a praticava? Histórias do passado, duma Humanidade que não é perfeita...
Ali acostámos num dia de meados de 1969, corajosos marinheiros desterrados para o fim do mundo.
Ah! Se adivinhássemos que ali nos iam chover, numa madrugada quase manhã, mais granadas de morteiro que os dedos das mãos, decerto teríamos vontade de ir para a Lua, onde a Apolo chegou com Neil Armstrong quando lá nos encontrávamos, conforme o Rádio Clube de Moçambique atestava, em directo...
Juventude, como já vais longe! Ali improvisámos, de caixotes, carteiras; o quadro negro da missão já lá estava. O resto, a vontade de aprender, nos períodos em que não íamos à procura da Frelimo, estava dentro de alguns.
E assim demos continuação ao trabalho dos missionários, embora dirigido a marinheiros desterrados, na flor da juventude, para a África fascinante.
Foi ontem? Parece, mas já lá vão quase, quase 40 anos!
Obrigado, Deus de todos, porque ainda cá estamos e recordamos os que já partiram. Que aquela maravilhosa parte de Moçambique, onde estivémos pelos piores motivos, continue orlada das frondosas mangueiras e que os moçambicanos cultivem em paz a mandioca que algumas vezes nos matou a fome.
Rama, Leiria, 5.9.2007
