quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Operação “Nó Górdio” (3). Em Mueda

Na fase inicial da Operação “Nó Górdio” em Mueda, no acampamento dos fuzileiros, as praças dos dois DFE (DFE5 e DFE11) fazendo fila para a refeição do almoço, para o qual os fuzileiros tinham sempre vários convidados.

Vêem-se do DFE5, com boina ou em cabelo, da frente para o fundo da fila: 1495/67 Amândio Lopes, 855/67 Horácio Almeida Gomes (Aranhiço), 1366/67 José Cravinho Madeira, 1408/67 Fernando Barros, 1334/67 Manuel Bernardino da Silva Mendes (Tartum), 1055/67 Manuel Marques Bernardo (Peter), 180/65 Arnaldo Lopes Geraldo.

Foto Mueda009

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Ocupação de Tempos Livres. Futebol de 5 (1)

O DFE5 teve muito boas equipas de "futebol de salão", como na altura, o futebol de cinco, hoje futsal, era por muitos conhecido.

Na fotografia, tirada num dos torneios (em Tete), da esquerda para a direita: 1572/67 José Maria Pimenta (Barcelos), 1383/67 Américo Lopes (Chaves), 8933 Cabo Jorge Sousa, 1532/67 Sá e Silva (Barcelos), 1408/67 Fernando Barros, 1405/67 Feliz Leal da Silva(Peniche), 422/65 Viegas (Sabóia), todos jogadores e equipados, e 1º Sargento Carvalho Diogo.

Foto Silva53

domingo, 25 de novembro de 2007

Início da Comissão. Vila Cabral a Meponda (4)

Mais uma fotografia da viagem de Vila Cabral a Meponda.

Da esquerda para a direita: primeira fila - 668/67 Ilídio Garcia e 422/65 António José Gonçalves Viegas (Sabóia); segunda fila – 1393/67 Francisco Manuel Saúde Miranda, 931/67 Luciano Martins Carvalho, 691/67 Joaquim Gonçalves, 1133/67 João Pires Ribeiro Carrilho, 434/67 António Garra Palito e 491/67 António Matos Ribeiro (Electricista).

Colaboração 1133/67 João Carrilho

Foto Vc_Meponda006

sábado, 24 de novembro de 2007

Recordando (1)

Publicamos hoje um texto de 2007 do Dr. Antides Santo, 3º Oficial do DFE5, a nosso pedido, sobre as suas recordações do Niassa, em que nos avivasse que nesse período, ele e o 4º Oficial, apoiaram alguns elementos da Unidade a prosseguir os seus estudos liceais, o que alguns lograram com êxito:

Era um lago maravilhoso, de água doce, longo como a Lusitânia. Do outro lado, a poente, viam-se os montes do país a que os ingleses chamaram Nyasaland e passou a chamar-se Malawi depois da independência; o país à beira do lago onde as estrelas dançam de noite, como os pirilampos na noite da savana...

Ali, fazendo frente à imponente catedral anglicana da minúscula ilha de Likoma, uma grande mas singela missão católica, construída por moçambicanos sob orientação dos missionários da Consolata, transformada em quartel militar pela guerra.

Quem sabe que àquela ilha está ligado Livingstone, o lutador pelo fim da escravatura, mas que precisou da ajuda de quem a praticava? Histórias do passado, duma Humanidade que não é perfeita...

Ali acostámos num dia de meados de 1969, corajosos marinheiros desterrados para o fim do mundo.

Ah! Se adivinhássemos que ali nos iam chover, numa madrugada quase manhã, mais granadas de morteiro que os dedos das mãos, decerto teríamos vontade de ir para a Lua, onde a Apolo chegou com Neil Armstrong quando lá nos encontrávamos, conforme o Rádio Clube de Moçambique atestava, em directo...

Juventude, como já vais longe! Ali improvisámos, de caixotes, carteiras; o quadro negro da missão já lá estava. O resto, a vontade de aprender, nos períodos em que não íamos à procura da Frelimo, estava dentro de alguns.

E assim demos continuação ao trabalho dos missionários, embora dirigido a marinheiros desterrados, na flor da juventude, para a África fascinante.

Foi ontem? Parece, mas já lá vão quase, quase 40 anos!

Obrigado, Deus de todos, porque ainda cá estamos e recordamos os que já partiram. Que aquela maravilhosa parte de Moçambique, onde estivémos pelos piores motivos, continue orlada das frondosas mangueiras e que os moçambicanos cultivem em paz a mandioca que algumas vezes nos matou a fome.

Rama, Leiria, 5.9.2007

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Tchiroze (1)

Junto ao aquartelamento do Tchiroze havia um aldeamento de população indígena e um pouco mais afastado, cerca de três quilómetros, existia um aldeamento maior onde era celebrada Missa católica dominical, por um padre missionário estrangeiro que ali se deslocava.

A fotografia, em que se vê parte da capela do lado esquerdo, foi tirada antes duma celebração dominical, a que foram assistir elementos do DFE5, em que são visíveis o Oficial Imediato Villas-Boas, o Sargento Enfermeiro Carvalho e o 691/67 Joaquim Gonçalves.

Repare-se ainda no aro de bicicleta preso na árvore, usado como sino.

Foto Tchiroze317

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Operação “Nó Górdio na Internet (1)

Sobre a OperaçãoNó Górdio” em que o DFE5 participou, nomeadamente no assalto à Base "Nampula", já muita coisa pode ser encontrada na Internet, nomeadamente em:

http://ultramar.terraweb.biz/index_operacao_NOGORDIO.htm

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Reencontros. II Encontro 2004

Este Encontro do DFE5 teve lugar em 13 de Março de 2004 e foi organizado pela mesma Comissão que se encarregou do de 2003.
O local de reunião foi a Escola de Fuzileiros, onde se prestou homenagem aos mortos no Monumento, a que se seguiu a Missa na Capela e a visita ao Museu.


Foram tiradas algumas fotografias de grupo junto ao edifício do Comando da Escola, mas, por razões diversas, em nenhuma figuraram todos os presentes. No caso da que se junta, falta p.ex. o Oficial Imediato.

O almoço que se seguiu teve lugar no Restaurante "Acordeão".

Fotos Encontro_II001 e Encontro_II003