segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Reencontros. O arranque, 31 anos depois.

Só em 2002 foi tomada a iniciativa, por um pequeno grupo, de arrancar para um reencontro devidamente organizado no ano seguinte, de todo o pessoal que prestou serviço neste DFE5.
Ainda se dispunham na altura de poucas moradas actualizadas, mas as que havia serviram para juntar no dia 19 de Outubro desse ano de 2002, à tarde, um grupo proveniente de várias partes do País, todos já almoçados nas redondezas (onde cada um quis), numa sala de aula da Escola de Fuzileiros (EF) cedida pelo respectivo Comando. E dessa reunião saiu a nomeação da 1ª Comissão organizadora para realizar em 2003 o primeiro Encontro.
As fotografias mostram um aspecto parcial da reunião e o grupo que foi possível* juntar na escadaria da antiga Messe de Sargentos da EF.
Nota* Alguns dos que estiveram na EF e não figuram na fotografia na escadaria, estariam a matar saudades da cantina.

Fotos Encontro_0001 e Encontro_0002

domingo, 21 de outubro de 2007

Início da Comissão. Vila Cabral a Meponda (3)

Uma das viaturas que fez o trajecto Vila Cabral - Meponda, pertencente à primeira coluna em que o DFE5 participou, numa paragem motivada pelo acidente (queda duma ponte) duma outra viatura.
O uso do capacete, de metal como eram todos na altura, era obrigatório para protecção pessoal, mas com o inconveniente de ser pesado e francamente incómodo.

Nota: Distinguem-se perfeitamente, na 1ª fila, os seguintes elementos do DFE5: à esquerda o 180/65 MAR FZE Arnaldo Lopes Geraldo, ao centro, em cabelo, 1377/67 1º GRT FZE Manuel Coelho da Silva e à direita o 1572/67 1º GRT FZE José Maria Pimenta (Barcelos).
Julgamos que ainda se reconhecem mais alguns elementos, mas só serão acrescentados os seus nomes quando houver confirmação.

Foto VC_Meponda001

sábado, 20 de outubro de 2007

Curiosidades. Cobué (1)

O Pelotão do Exército que era colocado no Cobué usava uma parte das instalações da antiga Missão, num corpo diferente do edifício, fronteiro ao que o DFE5 ocupava. Tiveram durante muito tempo as sua própria alimentação e geralmente o responsável pela administração do rancho, quase sempre sujeita a críticas de vária indole, era um furriel que, pela função, era (e é) designado vago-mestre.
Recorda-se ainda que, para além das saudades da terra serem normalmente muito grandes, estava no imaginário de muitos militares uma possível viagem ao Continente português, para uso de férias, que teria que ser feita em avião. Aviões do único operador, a TAP, com preço entre 16 e 20 contos na moeda da altura (1970) com partida da Beira para Lisboa.

Naquelas instalações de grande movimentação de pessoal, porque iam rodando com elementos da respectiva Companhia estacionada no Lunho, estava escrita a seguinte e curiosa quadra:

O nosso vago-mestre

é um gajo porreiro,

até já foi a Lisboa

com o nosso dinheiro.

Nota* Para além do DFE5, estavam no Cobué como já referimos, no mesmo aquartelamento mas em áreas diferenciadas do edifício, um pelotão duma Companhia de Fuzileiros e este pelotão (-) (incompleto) do Exército.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Mocimboa da Praia. Desembarques e reembarques (1)

Á chegada e à partida de Mocimboa da Praia, para o desembarque ou reembarque normalmente efectuado de e para uma Fragata, dado que este tipo de navio ficava distante de terra, o pessoal e material do DFE5 eram movimentados através de batelões como a fotografia documenta.

Foto Moc_Praia018

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Operação “Nó Górdio” (1)

O DFE5 estava em 1970, em Porto Amélia, quando recebeu ordens para participar na operação “Nó Górdio”. Como o início da operação se iria desenvolver no “planalto dos Macondes”, o primeiro passo foi o transporte do DFE5 para Mueda, efectuado em aviões da Força Aérea Nord Atlas, com partida do aeroporto de Porto Amélia.

Foto img131

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Aquartelamento no Cobué (8)

A sala / messe de oficiais no Cobué era nos primeiros tempos desconfortável, de ambiente bastante austero e falta de manutenção, sem muitos dos vidros nas janelas. A sua utilização estava limitada às 22H00, hora a que se desligava o gerador que fornecia energia ao Aquartelamento. Daí em diante só à luz de velas. Mesmo nestas condições, ali se escreveram ou concluiram muitos aerogramas para a família.

Na fotografia mostra-se um aspecto parcial dessa sala, com os 4 oficiais do DFE5 à mesa, na refeição do almoço.

Foto Cobue004

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Aquartelamento no Cobué (7)


Um outro aspecto da área do Cobué, desta vez a vista, também do alto da Igreja*, para Leste, para o lado oposto ao Lago Niassa, isto é, para o interior do território de Moçambique.
As casas visíveis não pertenciam às Forças Armadas, sendo uma a do Chefe do posto do Cobué.

Nota* Parte do telhado desta é visível em primeiro plano.

Foto Cobue010