quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Aquartelamento no Cobué (2)

Numa parte lateral do aquartelamento do Cobué em que é visível parte do edifício da Igreja do lado direito, esta fotografia pretende mostrar especialmente o forno do pão e o "jeepão"*, acabado de chegar da lenha e esta a ser descarregada.

Nota* Uma das duas viaturas existentes no Cobué. Atribuído à responsabilidade do 77/66 Marinheiro FZE António Manuel Carrapato Lourinho do DFE5.

Foto Cobue019

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Aquartelamento no Tchiroze (1)

O aquartelamento no Tchiroze era um pré-fabricado, sem electricidade, com algumas divisórias anteriores. Essas divisões eram usadas para alojamento do oficial, de um sargento, das praças, do serviço de saúde* e da cantina com frigorífico a petróleo.

As fotografias mostram o aquartelamento ao alto à esquerda e a vista daquele sobre o Rio Zambeze.

Mais tarde construiram-se mais abaixo algumas palhotas para alojamento de alguns elementos, entre os quais do grumete responsável pela cozinha.




Nota* Que diariamente, ou pelo enfermeiro ou por um dos moços da botica, prestava assistência a vários elementos da população vizinha e das redondezas, em medicamentos e tratamentos.

Fotos Tchiroze001 e Tchiroze004

Ministro do Ultramar (2)


Dois aspectos do desfile do DFE5, a dois pelotões, em continência ao Ministro do Ultramar Silva Cunha, em 15NOV1970, comandados pelo Imediato e 4º Oficial.


Tete005 e Tete006

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Ministro do Ultramar (1)

O então Ministro do Ultramar Joaquim M. da Silva Cunha visitou Tete em 15NOV1970, tendo-lhe sido, no aeroporto, prestadas honras militares pelo DFE5.

Nas fotografias podem ver-se aspectos da Guarda de Honra e o helicóptero da FAP (dum grupo de cinco) em que o ministro seguiu para visitar Cahora Bassa.

Fotos Tete004 e Tete017

domingo, 23 de setembro de 2007

Aquartelamento em Mocimboa da Praia (1)

O DFE5 sempre que fazia base em Mocimboa da Praia*, ficava alojado nos terrenos da Delegação Marítima de Mocimboa da Praia, quer nas tendas que ali se encontravam montadas em permanência, que nos alojamentos da Delegação (oficiais e sargentos), como a fotografia mostra. Constituindo-se rancho nos períodos em que a Unidade não estava em operações, este era confeccionado por um cozinheiro que se deslocava com o DFE5 de Porto Amélia, pertencente aos quadros de pessoal do Comando da Defesa Marítima.

Nota* Cerca de quinze dias por mês, em alternância com o DFE6

Foto Moc_Praia005

sábado, 22 de setembro de 2007

O início da Comissão. Lisboa a Moçambique

Consideramos que a Comissão se iniciou com a partida de Lisboa em Fevereiro de 1969.
O DFE5 seguiu, com partida de Lisboa, no Navio "Moçambique" escalando os portos indicados no mapa (na Madeira, S. Tomé e Príncipe, Angola, África do Sul e Moçambique) até Nacala, donde, de comboio, seguiu até Nova Guarda (onde o Oficial Imediato os aguardava, ido de Metangula, via Vila Cabral) já na 2ª semana de Março de 1969. Daqui seguiram em coluna de viaturas, via Vila Cabral até Meponda, que se situava já na margem do Lago Niassa, continuando então para norte em lanchas da Marinha de Guerra até Augusto Cardoso / Metangula. No trajecto, que era feito por DFE’s que acabavam de chegar pela primeira vez, apenas ocorreu um acidente com uma viatura pesada de que daremos conta separadamente.
Usualmente, como também aconteceu neste caso, a partida dos DFE era antecedida do envio para o local de destino de um pequeno grupo de elementos para receberem da Unidade que iam render o material e outras indicações importantes, preparando assim a chegada do grosso da Unidade.
Foi isto que se passou com o DFE5. Antecedendo a partida do grosso da Unidade no Navio "Moçambique", o Oficial Imediato 2º TEN Villas-Boas, o Quartel-mestre 1º Sarg FZE Diogo e o seu adjunto Cabo FZE Noémio Antelo "Napoleão" partiram em 12FEV1969 em avião da FAP Dakota - DC6* - cargueiro (depois de sucessivos adiamentos por avaria do avião) , com escalas em Bissau, Luanda (24h) e destino final Lourenço Marques (actual Maputo) onde chegaram a 15FEV. Nesta cidade aguardaram no Comando Naval de Moçambique alguns dias, seguindo em voos internos comerciais via Quelimane e Tete para Vila Cabral, donde seguiram num dos aviões da Marinha para Augusto Cardoso - Metangula.

Nota* A viagem em avião teve a seguinte duração: Lisboa-Bissau 8 horas; 2 horas no aeroporto de Bissau antes de descolar para a viagem para Luanda, de 10 horas (24 horas em Luanda, com dormida nas Messes da FAP); mais 7 horas de voo até L. Marques.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Louvores: Colectivos (2)

No termo da comissão efectuada na zona de Cabo Delgado, ao DFE5 (oficiais, sargentos e praças) foi concedido o seguinte louvor colectivo, dado pelo Comandante da Defesa Marítima dos Portos de Porto Amélia: